PROPAGANDEIROS...

«O maior partido da oposição»: é assim que o Público de hoje, na sua primeira página, designa o PSD.
A habilidade não é nova - tem, no mínimo 32 anos, ora aplicada ao PSD ora ao PS - e quem a ela recorre fá-lo com a consciência plena de que está a deturpar, a falsificar e a esconder a realidade.

Trata-se de alimentar no subconsciente dos leitores a ideia, falsa, de que entre o PS e o PSD existe uma oposição em matéria de política governamental e que, assim, em tempo de eleições, são alternativa um ao outro.
O facto de o Público e os seus gémeos mediáticos saberem que assim não é - que estes dois partidos se revezam há mais de três décadas na execução da mesma política de direita - e insistirem na mentira, é bem revelador da desvergonha informativa reinante.

O recurso a esse truque baixo, serve-lhes ainda para assobiar para o lado e fingir que não sabem que é o PCP que protagoniza, de facto, a oposição à política de direita - seja ela praticada pelo PS ou pelo PSD.

Não há dúvida: a política de direita tem na generalidade dos média nacionais os seus mais fiéis propagandistas - ou propagandeiros...

6 comentários:

Antuã disse...

os propagandeiros sabem que mentem e conseguem convencer grande parte da população. Até um dia que será de surpresas!...

Antuã disse...

os propagandeiros sabem que mentem e conseguem convencer grande parte da população. Até um dia que será de surpresas!...

Crixus disse...

Como disse Jeronimo de Sousa no comicio de sexta feira passada, mais valia que se fundissem de vez. Os jornalistas são cumplices desta dança macabra onde se reproduzem as mesmas politicas com nomes e caras diferentes.

samuel disse...

E eles lá iam admitir sequer que sabem? Acaso é para isso que os donos lhes pagam?!

Abraço

poesianopopular disse...

Eles podem continuar a dizer, todos os dias, que nós nunca deixaremos de os desmentir!
Cada um, de nós vale por mil!

GR disse...

Oposição? a quê???
O congresso do PSD foi, uma lástima. Para não falar de uma (terrível) Moção que foi 4 vezes votada (a mando do Ângelo Correia) quando foi rejeitada, pararam de a votar.
Assim se faz a democracia e querem o mesmo para a Irlanda.

GR