O BASTONÁRIO VOLTA A ATACAR

Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, voltou a atacar.
Não pára, este Bastonário!
Infelizmente, regra geral ataca mal.
Como, regra geral, acontece com todos os populistas.

Desta vez deu-lhe para proclamar que a actual onda de criminalidade se deve à «influência perniciosa do sindicalismo entre as forças policiais»
Quer isto dizer que o sindicalismo com os seus malefícios continua a ser alvo preferencial da veemente oratória do Bastonário.
Ele lá sabe porquê...

Face à situação da criminalidade, o homem avançou com a proposta de criação de um sistema interno de fiscalização da polícia - à semelhança, explicou ele, do que existe nos EUA.
Com tal sistema, é que os polícias vão ver como é... e acabam logo com essas perniciosas veleidades sindicalistas...

A esta proposta do Bastonário, respondeu o dirigente sindical da PSP, António Ramos, nos seguintes termos:
«A PSP não é a Legião Portuguesa nem nós estamos nos tempos da Outra Senhora»

Ora toma!

7 comentários:

Sal disse...

Resposta fantástica!
Ora toma, MESMO!

bj

Anónimo disse...

Este bastonário é mais que se está a lançar para "grandes voos"...

Anónimo disse...

Este bastonário é mais que se está a lançar para "grandes voos"...

Antuã disse...

este pinto tem mesmo queda para futuro director duma PIDE.

samuel disse...

E assim perdeu mais uma nobre ocasião para estar calado.

poesianopopular disse...

Estes Bastonários e outros que tais, estão com alguma dificuldade em perceber que :-já nada é como antes!
E por mais que eles tentem escamotear a liberdade é um direito, que os cidadãos, começam a saber fazer uso dele!
O senhor Bastonário, se não fosse papagaio populista, evitava de ter ouvido, esta jocosa resposta.

Crixus disse...

Depois de se insurgir contra o carácter publico dos crimes de violencia domestica e de visitar o lider dos Nazis portugueses, agora vem atacar os sindicatos da policia. Esperemos que da próxima se refira á «influência perniciosa do bastonario entre as pessoas que preservam a sua sanidade mental», porque ele já há muito que perdeu a sua.