POEMA
PAZ
Paz a não há na morte.
Na morte não há nada.
Paz a não há senão
no que é próspero e farto.
Paz é a aplicação
no trabalho salubre.
Paz é a segurança
da amizade na luta.
Armindo Rodrigues
É traço de união
E crítico mordaz
Espelho da convicção
Fruto da Revolução
Interveniente pela paz
Exímio a analisar
As manobras capitalistas
Certeiro a denunciar
Os que nos querem tramar
Travestidos de socialistas
É notícia, é informação
Poesia revolucionária
É apelo aos que não
Vislumbram a voz da razão
É uma força libertária
Revolucionário a mobilizar
Convicto e subtil
Eficaz a argumentar
Democraticamente exemplar
Parabéns CRAVO DE ABRIL.
Manangão
4 comentários:
Certeiro e lindíssimo, este poema de Armindo Rodrigues. Obrigada, Fernando Samuel.
Um beijo grande
Muito adequado para ler na cerimónia de Estocolmo...
Abraço.
Belo!!!
obrigado Camarada!
Maria: e muito actual, como diz o samuel no comentário que se segue...
Um beijo e um abraço grandes.
Rapariga do tejo: um beijo muito amigo, camarada.
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