POEMA
CERNE
Constantemente me interrogo.
E, se não me interrogasse,
como saberia eu
o meu certo rumo?
Como poderia eu, portanto,
negar com tanta segurança,
por hipótese,
sobre as mentiras fáceis,
as dificílimas verdades?
Armindo Rodrigues
É traço de união
E crítico mordaz
Espelho da convicção
Fruto da Revolução
Interveniente pela paz
Exímio a analisar
As manobras capitalistas
Certeiro a denunciar
Os que nos querem tramar
Travestidos de socialistas
É notícia, é informação
Poesia revolucionária
É apelo aos que não
Vislumbram a voz da razão
É uma força libertária
Revolucionário a mobilizar
Convicto e subtil
Eficaz a argumentar
Democraticamente exemplar
Parabéns CRAVO DE ABRIL.
Manangão
5 comentários:
Porque questionamos e pensamos, é que sabemos que este é o caminho certo para "negar as mentiras fáceis" que nos querem impor...
beijos,
Quanta lucidez...
Grande Armindo!
Um beijo grande
Portanto... o Armindo leu o post anterior... e depois escreveu estes versos! :-)))
Abraço.
Esse é mesmo o cerne!
smvasconcelos: nem mais.
Um beijo.
Maria: o cerne... da lucidez...
Um beijo grande.
samuel: é bem capaz de ter lido...
Um abraço.
Justine: lá está a origem de... tudo.
Um beijo.
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