NA CASA DO DONO

Manfred Reyes Villa... lembram-se dele?: foi o principal opositor de Evo Morales nas eleições presidenciais da Bolívia.
Falámos dele, aqui no Cravo de Abril, a propósito das notícias vertidas nos jornais portugueses sobre as «perseguições» de que aquele «pobre democrata» era alvo por parte do «tirano» Morales, que até ia fazer uma «lei» para o prender... - tudo razões para que o dito Manfred Reyes fosse, como foi, amplamente apoiado pelos média portugueses.

Como então desmascarámos, o «democrata» enfrentava uma longa lista de processos judiciais por corrupção e estava, por isso, proibido de sair do país - além de lhe terem sido confiscados 50% dos seus bens (só razões para que os média lusitanos le dessem um tratamento VIP...)

Pois bem, há dias o «democrata» fugiu da Bolívia: passando clandestinamente a fronteira com o Perú, embarcou... para onde?
Para casa do dono, obviamente: para os EUA, donde - apoiado pelo Nobel da Paz - irá conspirar para derrubar a «tirania de Evo Morales» e instaurar a «democracia, a liberdade e os direitos humanos» na Bolívia.


Não há como a democraCIA para instaurar «democracias»...

7 comentários:

samuel disse...

São tão recorrentes, uns e outros...

Abraço.

pedras contra canhões disse...

Tudo bons rapazes.

poesianopopular disse...

Calma camarada, não tenhas pressa que a caramunha está para chegar, devem estar a descobrir a roupagem mais eficiente!
Abraço

do zambujal disse...

...e já deve ter sido largamente recompensado pelos 50% dos "seus" bens que lhe foram confiscados...

A democraCIA dos demo-cratas.

Um abraço

Maria disse...

Ele teve foi medo da inexistente lei que legalizaria a sua prisão... e pôs-se ao fresco para o país do nobel da paz... tão amigos que eles são!

Um beijo grande

Antuã disse...

Lá foi para a terra do prémio ignóbel da paz.

Fernando Samuel disse...

samuel: repetem-se e repetem-se...
Um abraço.

pedras contra canhões: todos gémeos...
Um abraço.

poesianopopular: um dia destes vamos ouvi-lo numa ode à democracia...
Um abraço.

do zambujal: o «pai» paga bem...
Um abraço.

Maria: são todos da mesma família...
Um beijo grande.

Antuã: e bem ignóbel...
Um abraço.