POEMA
CARTILHA DE GUERRA ALEMÃ (7)
É noite. Os casais
vão deitar-se nas camas.
As mulheres novas
vão parir órfãos.
Brecht
É traço de união
E crítico mordaz
Espelho da convicção
Fruto da Revolução
Interveniente pela paz
Exímio a analisar
As manobras capitalistas
Certeiro a denunciar
Os que nos querem tramar
Travestidos de socialistas
É notícia, é informação
Poesia revolucionária
É apelo aos que não
Vislumbram a voz da razão
É uma força libertária
Revolucionário a mobilizar
Convicto e subtil
Eficaz a argumentar
Democraticamente exemplar
Parabéns CRAVO DE ABRIL.
Manangão
7 comentários:
100 milhões de mortos é muita coisa. Mas contando com os que deram a vida para derrotar o nazismo e todos os que mmorreram e vão morrendo pela conquista de um mundo digno, até talvez seja um número pequeno. O homem enganou-se nas contas.Beijos.
Terrível verdade!
Um beijo grande
A lucidez no meio da metralha...
Abraço.
A Natureza - é implacável!
abraço
Este meu primeiro comentário referia-se ao post seguinte mas também se enquadra bem aqui. O que Brecht conseguia dizer em duas palavras!!!
Beijos.
Tocante...:(
beijo,
Maria: a verdade da guerra...
Um beijo grande.
samuel: e é a lucidez que vence.
Um abraço.
poesianopopular: um abraço.
Graciete Rietsch Monteiro Fernandes: e como o que escreveu há tanto tempo continua actual...
Um beijo.
smvasconcelos: um beijo.
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