CARTEIRISTAS

Diz o Diário Notícias que «há mil carteiristas identificados pela polícia só em Lisboa» - o que faz da Capital a «capital dos carteiristas»...
Na sua maioria são portugueses, mas já há mais de duas centenas de profissionais oriundos dos países de Leste e do Brasil.

É uma profissão bem paga - «roubar carteiras pode render mil euros num dia» - e com pouco risco - «não costuma dar cadeia».

Actuam em zonas específicas, respeitando cada um a área de intervenção dos outros colegas de profissão.
Fazem intervalos para almoçar e para conviver, sendo a Praça da Figueira um dos pontos de encontro preferidos para as horas de lazer.

No Verão, quando a cidade fica quase deserta, rumam a lugares mais concorridos: Algarve, Sul de Espanha e Fátima - neste caso para uma breve aparição no dia 13 de Agosto...



Posto isto, aqui fica o tradicional (e pelos vistos inócuo) aviso: cuidado com as carteiras!
E com os carteiristas.
Todos, mas especialmente os que não se assumem e que, designando-se por «governantes», todos os dias nos roubam nos salários, nas pensões e reformas, nos subsídios, na saúde, na educação...

13 comentários:

Maria disse...

Há formas de acabar com os (vários) carteiristas...
Vamos começar por s. bento?

Um beijo grande.

Anjos disse...

Vamos a isso...
...Os de S. Bento não se contentam com os mil euros/dia, roubados a alguns. Para eles são milhares/milhões roubados a todos nós!

samuel disse...

Era o que eu estava a pensar. Mil carteiristas? Só?! :-)))

Abraço.

Membro do Povo disse...

A diferença entre os carteiristas de rua e os carteiristas de S. Bento parece ser a ética apenas profissional dos primeiros contra a ética absolutamente nenhuma dos segundos.

zé Canhão disse...

Os grandes carteiristas têm direito a estátuas e fundações.

zé Canhão disse...

Os grandes carteiristas têm direito a estátuas e fundações.

smvasconcelos disse...

Ora bem, afinal os carteiristas além da Praça da Figueira também parecem ter outro ponto de encontro: S. Bento!
Beijo:)

Graciete Rietsch disse...

Querido camarada desapareci un dias porque estive num sítio lindo, a costa ocidental do Algarve que nada tem a ver quem o Algarve dos resorts de luxo. Gostei muitíssimo e agora ,depois destas boas vindas, vou continuar a ler os teus admiráveis "posts" e os maravilhosos versos que nos apresentas.

Um grande abraço e um "VIVA a FESTA".

José Rodrigues disse...

Então esqueceram-se do "pai de todos os carteiristas"...dr. Mário Soares?!


Abraço

Nelson Ricardo disse...

Solução? Uma mão segurando firme a carteira no bolso e a outra mão bem erguida num punho cerrado em luta contra os outros carteiristas.

Um Abraço.

Fernando Samuel disse...

Maria: é o melhor começo...
Um beijo grande.

Anjos: mil euros/dia para eles são trocos...
Um beijo.

samuel: bom, são só os que a polícia contou...
Um abraço.

Membro do Povo: e é grande essa diferença!..
Um abraço.

Zé Canhão: nem mais...
Um abraço.

smvasconcelos: e esse é o ponto de encontro principal...
Um beijo.

Graciete Rietsch: bem vinda sejas! Fazias cá falta.
Um beijo.

José Rodrigues: esquecimento imperdoável...
Um abraço.

Nelson Ricardo: aí está uma boa solução...
Um abraço.

Sopro leve disse...

Infelizmente existe muitos “dizentes” que falam de tudo e contra tudo o que pode abanar a sua consciência… Têm medo de terem que reflectir sobre algo que vá gerar conflitos com a sua dita consciência, actual, e depois como é?
São estes “dizentes” que se vissem apresentada a candidatura do Rato Mickey (banda desenhada), iriam bater palmas e encherem páginas e páginas de elogios a essa candidatura.
Mas o que iria acontecer, o Rato Mickey até podia ganhar as eleições, pois todos o conhecem; Os jornais todos os dias iriam falar dele, as televisões fariam grandes reportagens e diriam este sim é um bom candidato, é um candidato de grande valor (deveriam estar a referir-se ao pormenor do desenho).
No entanto o que iria mudar depois das eleições?
Nada… continuaria a miséria intelectual e física que se encontra instalada neste sistema.
E durante o período eleitoral o que aconteceria?
Nada… falava-se no traço do desenho, nas orelhas, na cor…
Mas da realidade nada se falaria,
Não se discutiria os problemas que existem na nossa sociedade, na miséria, na fome, na falta de emprego, nos despedimentos ilegais (mesmo havendo um código de trabalho que lesa os direitos dos trabalhadores, que foi aprovado pelos apoiantes destes Ratos Mickey`s e que foi promulgado pelo actual e talvez candidato à Presidência da Republica);
Não se falava nas condições do sistema de saúde, da educação;
Não se falaria nos milhões gastos, pelo Estado, a financiar o sistema privado enquanto o sistema público é deixado a cair de “podre”…
Pois é… Mas não podemos, nem vamos fazer a vontade ao Rato Mickey e aos seus apoiantes, pois por muito que goste de banda desenhada, a minha consciência não deixa que eu adormeça, em vez de contribuir para o esclarecimento e denuncia de um sistema que está a obrigar a maioria a simplesmente sobreviver, em vez de viverem como têm direito;
Já para não falar dos que nem a sobreviverem tem direito… e morrem com fome e por falta de assistência médica, enquanto outros vêm a sua conta bancária a aumentar astronomicamente, e enviam milhões para offshore`s (paraísos fiscais).
Quanto ao meu candidato, Francisco Lopes, os ditos “dizentes” não se preocupem porque ele é candidato de consciência com os princípios da verdadeira esquerda.
Eles que não tenham medo porque ele não possui nenhuma doença contagiosa, pois que eu saiba o alertar, informar, e denunciar as atrocidades que se mantêm para que este sistema mantenha-se, não é doença;
E o ganhar consciência para a realidade, por parte das pessoas menos atentas, também não é doença…
Quanto à consciência pesada destes “dizentes” e dos seus donos, é que já tenho duvidas se é considerado doença… e de que foro…
Quanto a mim e a muitos mais… iremos ajudar o Francisco Lopes a fazer chegar a sua mensagem ao maior número possível de pessoas.
Essa mensagem será da realidade e da explicação do que motiva-nos a ser verdadeiramente de esquerda.

Sopro leve disse...

Infelizmente existe muitos “dizentes” que falam de tudo e contra tudo o que pode abanar a sua consciência… Têm medo de terem que reflectir sobre algo que vá gerar conflitos com a sua dita consciência, actual, e depois como é?
São estes “dizentes” que se vissem apresentada a candidatura do Rato Mickey (banda desenhada), iriam bater palmas e encherem páginas e páginas de elogios a essa candidatura.
Mas o que iria acontecer, o Rato Mickey até podia ganhar as eleições, pois todos o conhecem; Os jornais todos os dias iriam falar dele, as televisões fariam grandes reportagens e diriam este sim é um bom candidato, é um candidato de grande valor (deveriam estar a referir-se ao pormenor do desenho).
No entanto o que iria mudar depois das eleições?
Nada… continuaria a miséria intelectual e física que se encontra instalada neste sistema.
E durante o período eleitoral o que aconteceria?
Nada… falava-se no traço do desenho, nas orelhas, na cor…
Mas da realidade nada se falaria,
Não se discutiria os problemas que existem na nossa sociedade, na miséria, na fome, na falta de emprego, nos despedimentos ilegais (mesmo havendo um código de trabalho que lesa os direitos dos trabalhadores, que foi aprovado pelos apoiantes destes Ratos Mickey`s e que foi promulgado pelo actual e talvez candidato à Presidência da Republica);
Não se falava nas condições do sistema de saúde, da educação;
Não se falaria nos milhões gastos, pelo Estado, a financiar o sistema privado enquanto o sistema público é deixado a cair de “podre”…
Pois é… Mas não podemos, nem vamos fazer a vontade ao Rato Mickey e aos seus apoiantes, pois por muito que goste de banda desenhada, a minha consciência não deixa que eu adormeça, em vez de contribuir para o esclarecimento e denuncia de um sistema que está a obrigar a maioria a simplesmente sobreviver, em vez de viverem como têm direito;
Já para não falar dos que nem a sobreviverem tem direito… e morrem com fome e por falta de assistência médica, enquanto outros vêm a sua conta bancária a aumentar astronomicamente, e enviam milhões para offshore`s (paraísos fiscais).
Quanto ao meu candidato, Francisco Lopes, os ditos “dizentes” não se preocupem porque ele é candidato de consciência com os princípios da verdadeira esquerda.
Eles que não tenham medo porque ele não possui nenhuma doença contagiosa, pois que eu saiba o alertar, informar, e denunciar as atrocidades que se mantêm para que este sistema mantenha-se, não é doença;
E o ganhar consciência para a realidade, por parte das pessoas menos atentas, também não é doença…
Quanto à consciência pesada destes “dizentes” e dos seus donos, é que já tenho duvidas se é considerado doença… e de que foro…
Quanto a mim e a muitos mais… iremos ajudar o Francisco Lopes a fazer chegar a sua mensagem ao maior número possível de pessoas.
Essa mensagem será da realidade e da explicação do que motiva-nos a ser verdadeiramente de esquerda.