QUE FAZER?

Desta vez, José Lello saltou em defesa do «congresso do PS», vítima, segundo ele, das más línguas de vários comentadores «à esquerda e à direita».
Garante Lello, escrevendo a sério, que ao contrário do que dizem esses «comentadores» «os militantes socialistas discutiram prévia e alargadamente as moções que foram ao Congresso de Espinho».
E sempre sem se rir - e sempre sabendo que estava a mentir - assegurou, ainda, em jeito de quem dá a sua palavra de honra, que desses «militantes socialistas, tiveram direito de palavra todos os que dela quiseram usar».

Assim sendo, conclui Lello que aquilo, sim, foi um congresso como deve ser - e toca de apresentar um PS recheado de qualidades únicas, um PS a abarrotar de democraticidade e de unidade interna, enfim, um PS «garante da estabilidade»...
Aqui chegado, o propagandista despejou a cassete da moda, repetindo o pedido da «maioria absoluta» para o PS - pedido feito «em nome da estabilidade e da necessidade de manter o rumo das políticas reformistas e modernizadoras do nossa sociedade».

Convenhamos que não se pode ser mais claro: Lello quer a «maioria absoluta» para - com aquela «estabilidade» que o poder absoluto proporciona - o PS «manter o rumo das políticas» que conduziram Portugal à dramática situação em que se encontra.

Posto isto, que fazer?
Só há um caminho: lutar para MUDAR DE RUMO - e para demonstrar que SIM, É POSSÍVEL UMA VIDA MELHOR!

Então, até sexta-feira.

5 comentários:

Maria disse...

Sexta feira é o arranque definitivo para um trabalho que não nos vai dar um minuto de descanso até... será Outubro? Ou Dezembro?
Sim, as primeiras são em Junho!

Até sexta. Um beijo grande

Ana Camarra disse...

Sinceramente essa gente cansa-me.....

Até sexta!

samuel disse...

Não se pode dar-lhes mais descanso!

Abraço.

Antuã disse...

Não se pode dar descanso a estes nojentos.

Fernando Samuel disse...

Maria: mais ou menos todo o ano...
Um beijo grande.

Ana Camarra: temos que os cansar...
Um beijo.

samuel: por muito que os cansemos...
Um abraço.

Antuã: lutar, lutar sempre.
Um abraço.