Isto não pára, está visto.
No desenvolvimento das notícias ontem divulgadas, o Público de hoje conta que Abdul Rahman El-Assir, o amigo libanês de Dias Loureiro - referenciado na imprensa como «traficante de armas» e como, eventualmente, ligado ao «narcotráfico internacional» - deve 42 milhões de euros ao BPN.
Os empréstimos a El-Assir - que «surgem nas contas do BPN como incobráveis» - foram concedidos quando Dias Loureiro era Administrador do Grupo SLN/BPN - e ocorreram na mesma altura em que o BPN/Dias Loureiro/Oliveira e Costa comprou a El-Assir as tais duas «empresas tecnológicas» de Porto Rico.
O Público adianta, ainda, que o custo dessas empresas foi de 56 milhões de euros - e que das duas, uma, «nunca teve actividade» e a outra «declarou falência dois meses depois de ter sido adquirida».
Entretanto - e sabe-se lá se em ligação com bpn's e etc - o mesmo Público denuncia o caso de uma «empresa participada por Dias Loureiro e Jorge Coelho que gere o produto de uma fraude fiscal no valor de 4,5 milhões euros». A empresa responsável pela fraude fiscal actua no ramo da sucata.
Pois: sucata é o que tudo isto é.
No desenvolvimento das notícias ontem divulgadas, o Público de hoje conta que Abdul Rahman El-Assir, o amigo libanês de Dias Loureiro - referenciado na imprensa como «traficante de armas» e como, eventualmente, ligado ao «narcotráfico internacional» - deve 42 milhões de euros ao BPN.
Os empréstimos a El-Assir - que «surgem nas contas do BPN como incobráveis» - foram concedidos quando Dias Loureiro era Administrador do Grupo SLN/BPN - e ocorreram na mesma altura em que o BPN/Dias Loureiro/Oliveira e Costa comprou a El-Assir as tais duas «empresas tecnológicas» de Porto Rico.
O Público adianta, ainda, que o custo dessas empresas foi de 56 milhões de euros - e que das duas, uma, «nunca teve actividade» e a outra «declarou falência dois meses depois de ter sido adquirida».
Entretanto - e sabe-se lá se em ligação com bpn's e etc - o mesmo Público denuncia o caso de uma «empresa participada por Dias Loureiro e Jorge Coelho que gere o produto de uma fraude fiscal no valor de 4,5 milhões euros». A empresa responsável pela fraude fiscal actua no ramo da sucata.
Pois: sucata é o que tudo isto é.
11 comentários:
Isto é, muito mais que sucata, porque a sucata não cheira mal, e estes gajos são pestilentos.
Que nojo de gentalha!
Abraço
poesianopopular: piores do que sucata, da facto.
Um abraço.
Há sucata que não enferruja... apodrece!...
Parece que vivemos num país de faz de conta...
Isto é inacreditável!
Sucata....
Procura cimento, transportes nauticos e transportadores de mátérias primas.
è interessantissimo.
Este gente já devia ter ido para a sucata e derretida no alto forno, isso sim!
Beijos
Isto vai de mal a pior... Ai se vai...
Abraço
Isto, não é só sucata.
É também criminalidade!
GR
Isto é infernal. Teremos que dar a volta a isto e o povo que anda arredado destas coisas!... Faremos o que estiver ao nosso alcance para mudar.
samuel: é o caso desta...
Abraço.
Maria: e não vivemos?...
beijo grande.
Ana Camarra: nestes casos há que procurar em todas as áreas...
Beijo.
Ludo Rex: mas... por outro lado, «isto vai»...
Abraço.
GR: é tudo o que de pior há.
eijo.
Antuã: lutaremos!
Abraço.
Pois bem me parecia que todo este negócio cheirava mal, ou melhor a ferrugem...começa-se a perceber porque é que o sonso do Cavaco Silva teve de vir para a ribalta acenar que ele nunca tinha posto o dedo no arroz doce...mesmo antes de alguém ter acusado de ter visto dedadas na travessa!
Maria Gantes: obrigado pela visita e pelo comentário.
(boa imagem, essa do dedo no arroz doce...)
Enviar um comentário