UM POEMA
IRENE NO CÉU
Irene preta
Irene boa
Irene sempre de bom humor.
Imagino Irene entrando no céu:
- Licença, meu branco!
E São Pedro bonachão:
- Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.
Manuel Bandeira
IRENE NO CÉU
Irene preta
Irene boa
Irene sempre de bom humor.
Imagino Irene entrando no céu:
- Licença, meu branco!
E São Pedro bonachão:
- Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.
Manuel Bandeira
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Fernando Samuel
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31.10.07
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Fernando Samuel
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30.10.07
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29 de Outubro de 1936
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João Filipe Rodrigues
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29.10.07
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UMA HISTÓRIA DE TERROR
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Fernando Samuel
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28.10.07
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João Galamba
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28.10.07
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João Filipe Rodrigues
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28.10.07
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Marcadores: Nota de boas vindas
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Fernando Samuel
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28.10.07
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PORTUGAL - 2007
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Fernando Samuel
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26.10.07
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Fonte: Expresso
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João Filipe Rodrigues
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22.10.07
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entre 1945 e 1969. Herdou a estrutura, métodos e funções da anterior polícia política, a PVDE (sigla de Polícia de Vigilância e Defesa do Estado), criada em 1933 durante a institucionalização do Estado Novo. A função da PIDE ia muito mais além da de polícia política, sendo igualmente responsável pelo controlo de estrangeiros e fronteiras, pela informação e contra-espionagem, pelo combate ao terrorismo e pela investigação de crimes contra a segurança do estado.A Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE) foi criada em Portugal em 22 de Outubro de 1946, sendo apresentada como um "organismo autónomo da Polícia Judiciária", nos moldes da Scotland Yard. Na realidade tratou-se de uma polícia política que teve como principal função a repressão de qualquer forma de oposição ao Estado Novo de Oliveira Salazar.
A PIDE exercia actividade em todo o território português no sentido de evitar dissidências nas organizações civis e militares, usando meios e métodos baseados nas técnicas alemãs aplicadas na Gestapo, é considerada por muitos historiadores uma das policias mais eficientes de sempre. Justificava as suas actividades com o combate ao internacionalismo proletário e comunismo internacional. Em 24 de Setembro de
A PIDE era temida pela utilização da tortura e foi responsável por alguns crimes sangrentos, como o assassinato do militante do Partido Comunista Português (PCP) José Dias Coelho e do General Humberto Delgado. Este último foi atraído para uma emboscada, só possível pela introdução de informadores nas organizações que o general liderava ou na sua teia mais íntima de relações pessoais, ultrapassando mesmo as fronteiras nacionais (não só o crime foi cometido em território espanhol como os informadores se encontravam instalados no Brasil, na França e na Itália).
Durante as guerras coloniais, a polícia política, até aí virtualmente ausente dos territórios africanos, assumiu nos três teatros de operações a função de serviço de informações e, constituindo, enquadrando e dirigindo milícias próprias, compostas por africanos, por vezes desertores das guerrilhas, colaborou com as forças militares no terreno. Neste âmbito, poderá a sua acção ter também ultrapassado as fronteiras; com efeito, são-lhe atribuídas responsabilidades, quer no atentado que vitimou o dirigente da FRELIMO Eduardo Mondlane, quer na manipulação dos descontentes do PAIGC que, num "golpe de Estado" dentro do partido, assassinaram o dirigente independentista Amílcar Cabral.
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João Filipe Rodrigues
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22.10.07
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Fernando Samuel
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21.10.07
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Vídeo da Manifestação 18 de Outubro 2007
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João Filipe Rodrigues
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20.10.07
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Ana Maria Teixeira
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19.10.07
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Fernando Samuel
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18.10.07
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O nosso vídeo de tributo a Adriano Correia de Oliveira.
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João Filipe Rodrigues
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16.10.07
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"Companheiros, não vos entregueis a seres brutos que vos desprezam, que vos escravizam, que arregimentam as vossas vidas, que ditam os vossos atos, as vossas idéias, os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem uma alimentação regrada, que vos tratam como um gado humano, que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquinas! Homens é que sois! E com amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não fazem amar, os inumanos."
O Grande Ditador (The Great Dictator), em inglês) foi lançado pela primeira vez em 15 de Outubro de 1940 que satiriza
Fonte: Wikipédia
Por
João Filipe Rodrigues
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15.10.07
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João Filipe Rodrigues
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12.10.07
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Tempo de antena do PCP, transmitido dia 09/10/2007 na RTP1.
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João Filipe Rodrigues
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11.10.07
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CHE
Che, tu conheces tudo,
as voltas da Sierra,
a asma na erva fria
a tribuna
as ondas da noite
até como se fazem
os frutos e os bois se jungem.
Não é que eu queira dar-te
caneta por pistola
mas o poeta és tu.
Miguel Barnet
Por
Fernando Samuel
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10.10.07
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O Movimento de Unidade Democrática (MUD) foi uma organização política de oposição ao regime salazarista, formada após o final da II Guerra Mundial, em 8 de Outubro de 1945, com a autorização do governo; era herdeiro do anterior MUNAF.
Foi criado para reorganizar a oposição, prepará-la para as eleições e para proporcionar um debate público em torno da questão eleitoral. Porém, como conseguisse em pouco tempo grande adesão popular (principalmente intelectuais e profissionais liberais) e se tornasse uma ameaça para o regime, Salazar ilegalizou-o em Janeiro de 1948, sob o pretexto de que tinha fortes ligações ao PCP. Apesar de tudo, viria ainda a apoiar a candidatura presidencial do general Norton de Matos, em 1949.
Fonte: Wikipédia
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João Filipe Rodrigues
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8.10.07
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Entrámos em contagem decrescente para nos despedirmos do Sr. El Tonto Bush.
De tempos a tempos, este contador vai regressar ao Cravo de Abril.
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João Filipe Rodrigues
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4.10.07
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Marcadores: Contagem decrescente
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João Filipe Rodrigues
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4.10.07
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João Filipe Rodrigues
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4.10.07
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João Filipe Rodrigues
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3.10.07
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João Filipe Rodrigues
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3.10.07
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Deste-me a fraternidade para com o que não conheço.
Acrescentaste à minha a força de todos os que vivem.
Deste-me outra vez a pátria como se nascesse de novo.
Deste-me a liberdade que o solitário não tem.
Ensinaste-me a acender a bondade, como um fogo.
Deste-me a rectidão de que a árvore necessita.
Ensinaste-me a ver a unidade e a diversidade dos homens.
Mostraste-me como a dor de um indivíduo morre com a vitória de todos.
Fizeste-me edificar sobre a realidade como sobre uma rocha.
Tornaste-me adversário do malvado e muro contra o frenético.
Fizeste-me ver a claridade do mundo e a possibilidade da alegria.
Tornaste-me indestrutível, porque, graças a ti, não termino em mim mesmo.
Pablo Neruda, em Canto Geral
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Miguel
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3.10.07
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Marcadores: Poesia
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João Filipe Rodrigues
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1.10.07
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É traço de união
E crítico mordaz
Espelho da convicção
Fruto da Revolução
Interveniente pela paz
Exímio a analisar
As manobras capitalistas
Certeiro a denunciar
Os que nos querem tramar
Travestidos de socialistas
É notícia, é informação
Poesia revolucionária
É apelo aos que não
Vislumbram a voz da razão
É uma força libertária
Revolucionário a mobilizar
Convicto e subtil
Eficaz a argumentar
Democraticamente exemplar
Parabéns CRAVO DE ABRIL.
Manangão