Bush, em vésperas de ser substituído como presidente dos EUA, veio à Europa despedir-se dos seus amigos fiéis: os governantes da UE que o ajudaram na criminosa tarefa de invadir e destruir a ex-Jugoslávia, o Afeganistão e o Irão assassinando centenas de milhares de crianças, mulheres e homens.
Num desabafo ao criado do Reino Unido, confessou a sua mágoa por não ter conseguido alcançar o objectivo de caçar o Ben Laden - seu ex-amigo e ex-sócio (um dia se confirmará, ou não, se é ex...)
A confissão desta mágoa traz, mais uma vez, à luz do dia a contradição insanável com que Bush se vem debatendo de há sete anos a esta parte.
Como estamos lembrados, logo após o ainda não esclarecido ataque às Torres Gémeas, Bush colocou como tarefa prioritária a captura de Ben Laden.
Disse ele, na altura:
«O mais importante é encontrar Ben Laden. É essa a nossa prioridade».
E, três meses passados, reiterava o objectivo:
«Vamos apanhar Ben Laden. Vivo ou morto»
Depois, talvez porque ocupado com a democraticíssima tarefa de bombardear, ocupar e destruir o Afeganistão - e talvez, também, porque o Ben Laden não se deixava apanhar... - arvorou um ar displicente e mudou o rumo do discurso:
«Não sei onde está Ben Laden e não me interessa. Não é a nossa prioridade».
Logo a seguir, pressionado por incómodas perguntas, esclareceria, falho de memória e a pensar nas armas de destruição massiça do Iraque:
«Não me lembro de ter dito que não estava preocupado com Ben Laden».
Mais tarde, impotente face à resistência heróica do povo iraquiano, desdenharia assim:
«Ben Laden é um homem impotente refugiado numa gruta».
Agora, na Europa, pediu ao sempre rastejante lacaio britânico para o ajudar a lançar uma operação numas montanhas não sei onde, onde lhe disseram que se encontra, escondido, o Ben Laden...
Não sei se o Ben Laden está ou não nas tais montanhas, nem se a operação vai ou não por diante.
Mas permito-me deixar aqui um velho palpite meu sobre o local onde pode ser encontrado o terrorista das Torres Gémeas: o rancho de Bush, no Texas.
Num desabafo ao criado do Reino Unido, confessou a sua mágoa por não ter conseguido alcançar o objectivo de caçar o Ben Laden - seu ex-amigo e ex-sócio (um dia se confirmará, ou não, se é ex...)
A confissão desta mágoa traz, mais uma vez, à luz do dia a contradição insanável com que Bush se vem debatendo de há sete anos a esta parte.
Como estamos lembrados, logo após o ainda não esclarecido ataque às Torres Gémeas, Bush colocou como tarefa prioritária a captura de Ben Laden.
Disse ele, na altura:
«O mais importante é encontrar Ben Laden. É essa a nossa prioridade».
E, três meses passados, reiterava o objectivo:
«Vamos apanhar Ben Laden. Vivo ou morto»
Depois, talvez porque ocupado com a democraticíssima tarefa de bombardear, ocupar e destruir o Afeganistão - e talvez, também, porque o Ben Laden não se deixava apanhar... - arvorou um ar displicente e mudou o rumo do discurso:
«Não sei onde está Ben Laden e não me interessa. Não é a nossa prioridade».
Logo a seguir, pressionado por incómodas perguntas, esclareceria, falho de memória e a pensar nas armas de destruição massiça do Iraque:
«Não me lembro de ter dito que não estava preocupado com Ben Laden».
Mais tarde, impotente face à resistência heróica do povo iraquiano, desdenharia assim:
«Ben Laden é um homem impotente refugiado numa gruta».
Agora, na Europa, pediu ao sempre rastejante lacaio britânico para o ajudar a lançar uma operação numas montanhas não sei onde, onde lhe disseram que se encontra, escondido, o Ben Laden...
Não sei se o Ben Laden está ou não nas tais montanhas, nem se a operação vai ou não por diante.
Mas permito-me deixar aqui um velho palpite meu sobre o local onde pode ser encontrado o terrorista das Torres Gémeas: o rancho de Bush, no Texas.


